Após algumas pesquisas pela internet, no site http://www.icmbio.gov.br/parnaserradocipo/guia-do-visitante.html foi onde encontramos as melhores informações sobre o parque, suas trilhas, o que fazer, quando ir, etc.
Também
é possível encontrar informações nos seguintes sites:
http://www.serradocipo.com/infogerais
http://www.serradocipoturismo.com.br/pt/
http://circuitoserradocipo.org.br/aserra/parqueserra/
http://www.serradocipo.com/infogerais
http://www.serradocipoturismo.com.br/pt/
http://circuitoserradocipo.org.br/aserra/parqueserra/
Na
estrada que nos leva à entrada do Parque, a MG-10, não há uma cidade
propriamente dita, mas no entorno da entrada formou-se um ajuntamento de
hotéis, pousadas, restaurantes e pequenos comércios que dão apoio às pessoas
que vão conhecer o parque.
Ao longo da MG-10 e em pequenas ruas que saem dela é possível encontrar hotéis e pousadas de vários tipos de preço e conforto, alguns mais elaborados e até bem caros. Nosso hotel era o Flor de Lótus do Cipó, uma pousada novinha, simples, mas muito agradável, bem limpa, com piscina, um bom café da manhã, administrada por um casal muito simpático e prestativo.
Em um
ponto mais central encontram-se vários bares, restaurantes (alguns só funcionam
no fim de semana e no período de férias) e lojas de artesanato, pequenos
mercados etc.
O
Parque é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Biodiversidade – ICMBIO -
e está bem organizado para o turismo. Logo na entrada, somos levados pelos
guarda-parques para uma sala onde recebemos orientações sobre as trilhas
existentes – distancia, tempo de percurso, grau de dificuldade, vemos os mapas
e fotos do parque etc. Também é possível realizar algumas trilhas de bicicleta
ou a cavalo.


Logo
na entrada do parque é possível alugar bicicletas e há em grande quantidade e
de qualidade razoável.
Para
a maioria das trilhas não há necessidade de guia, havendo boa sinalização
dentro do parque. Dependendo das condições climáticas (índice de chuvas,
elevação dos rios etc.) algumas trilhas podem estar fechadas ou não permitir a
passagem.
O
parque possui duas portarias que dão acesso a duas áreas distintas do parque.
Em cada uma há várias possibilidades de trilhas, desde as mais curtas de 4-5 km
(ida e volta) até as mais longas (± 22 km ida e volta).
Trilhas do Vale dos Mascates - Portaria Areias:
- Circuito das Lagoas – curta / leve / 4 km I/V
- Mirante do Bem – curta / leve-moderada / 4,5 km I/V
- Cachoeira Capão dos Palmitos – média / moderada / 10 km I/V
- Córrego das Pedras – média / fácil / 8 km I/V
- Cachoeira da Farofa – longa / moderada / 16 km I/V
- Cânion das Bandeirinhas – longa / difícil / 24 km I/V
Trilhas do Vale do Bocaina – Portaria do Retiro:
- Bambuzal – curta / leve / 4,5 km I/V
- Cachoeira das Andorinhas – longa / moderada / 14 km I/V
- Cachoeira do Gavião - longa / moderada / 14 km I/V
- Cachoeira do Tombador – longa / difícil / 22 km I/V
Além dos
passeios e trilhas dentro do Parque Nacional, também é possível fazer outras
atividades na região como:
- Passeios de canoa canadense no rio
- Cânion do Pedrão e Cachoeira de baixo
- Tour do Mirante à Serra Morena
- Cachoeira Grande - esse parque tem mais 3 cachoeiras, além da Cachoeira Grande, em um percurso paralelo ao rio, em uma curta caminhada.
- Cavalgadas
Na região há vários restaurantes. Os que fomos e
recomendamos são:
- Tapiadas – serve petiscos e chopes
- Bom Appetit – a melhor comida da região. Boa cerveja artesanal, bem gelada
- Marquinhos – comida normal, bom preço
- Parador Nacional – local interessante, cardápio fraco, caro (é o único que consta no Guia 4 Rodas)
Para explorar bem todo o potencial da região imagino que o ideal seria uns 3-4 dias para caminhar, cavalgar, fazer o passeio de canoa etc... lembrando que fora das férias alguns lugares não abrem durante a semana – é bom confirmar.
A
natureza é bonita, o local tem boas opções de lazer, mas podia ser mais bem
explorado, pois carece de acessibilidade para pessoas mais velhas ou com alguma
dificuldade de locomoção.




































